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Rotaract Club São Paulo Liberdade district 4430 Brasil
Author: jundirez 2006-11-29 [ 549s ]
No último dia 14 de novembro, 400 pessoas prestigiaram em São Paulo, o 1.° Network Night, um evento que em 2 momentos aliou harmoniosamente os objetivos da geração de negócios e a responsabilidade social ao arrecadar e doar 100% do lucro do evento para 3 entidades sem fins lucrativos: Fundação Rotária, Kibô-no-iê e Grupo Nikkei.
No 1° momento, um Encontro de Negócios com 49 executivos, representantes de 49 empresas, apresentaram seu modelo de negócio, durante 2 minutos, para 48 empresários diferentes e sem repetições em menos de 2 horas.
No 2° momento, um coquetel e um delicioso jantar no Buffet Colonial regado a sake Hakushika e cerveja Sapporo foi oferecido a todos presentes. Durante o jantar, os executivos participantes do Encontro de Negócios puderam firmar as parcerias e oportunidades criadas no evento.
O lucro líquido de R$ 20.638,00 foi revertido integralmente e de acordo com o percentual de venda de ingressos, ficando 54% para o Instituto de Promoção Humana Grupo Nikkei, 31% para a Sociedade Beneficente Casa da Esperança Kibô-no-Iê e 15% para a Fundação Rotária.
A organização do evento ficou por conta dos sócios do Rotaract Clube São Paulo Liberdade, programa estruturado do Rotary International, com 21 jovens de diferentes formações, que voluntariamente dedicam suas habilidades profissionais a fim de privilegiar o próximo.
O 2° Network Night tem previsão para ser realizado em 2007, com mais patrocinadores e novidades para torná-lo ainda mais eficaz.
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Flamengo Campeão Brasileiro 1983
Author: guchorj 2006-07-20 [ 324s ]
1983 - FLAMENGO 3 x 0 SANTOS
O Flamengo perdeu o primeiro jogo decisivo, no Morumbi, por 2 x 1. Nem isso diminuiu a confiança da torcida, que proporcionou o maior público da história do Maracanã -- e o tricampeonato.
O SHOW DO MARACANÃ
O maior público já presente a uma final do Campeonato Brasileiro -- 155 253 pagantes -- viu domingo um espetáculo inesquecível: os 3 x 0 que deram o tri ao Flamengo.
A fogadas na imensidão rubro-negra do Maracanã, aquelas 10 mil vozes santistas entoavam um refrão de sonho, inclusive porque, entre seu canto e a viva realidade que as cercava, havia uma brutal diferença. Enquanto repetiam "Caiu na rede é peixe, ê-ê-ah/o Santos vai golear", bandeiras alvinegras estendidas sobre a grade das arquibancadas eram surrupiadas, por torcedores inimigos, postados na marquise inferior, onde se localiza o setor das cadeiras. Começava a ruir, às 14h47, o castelo que abrigaria um novamente majestoso Santos campeão do Brasil.
Se a batalha era desigual já nesses preparativos, o que se viu no campo foi atordoante. Uma densa preleção em que o técnico Formiga lembrou, acima de tudo, a necessidade de segurar o ímpeto adversário na quadra inicial da partida, transformar-se em pesadelo aos 40 segundos, quando Zico fez 1 x 0. "Muito cuidado com o 11", recomendara Formiga com insistência. Mas, no primeiro lance, Toninho Oliveira virou as costas para o arisco Júlio César, dessa forma oferecendo o caminho do gol.
A decisão -- que mereceu o 11º volume de público registrado na história do Estádio Mário Filho, com exatos 155 253 pagantes, o maior em decisões do Campeonato Brasileiro -- mudou de forma e conteúdo.
Pita trocava cotoveladas com o implacável Vítor e não articulava, nervoso que estava com a rígida marcação, um único lance ofensivo. Quando uma nesga de esperança surgira, Élder -- ou podia ser Vítor, ou Leandro, ou Figueiredo -- capturava a bola e esfumava o sonho santista. Quem sabe Dema fosse o homem capaz de operar o milagre, tirando os companheiros do sufoco e mostrando o caminho da luz? Quem sabe fosse Lino? Ou o pênalti sobre Pita, aos 22, quando Arnaldo César Coelho preferiu marcar tiro indireto?
Nada disso. Nesse diagnóstico dos porquês, necessário como exercício de autocrítica, há que destacar a soberba exibição da nação flamenguista. Isto é, os 11 jogadores no gramado, seus companheiros de banco e a massacrante legião que desempenhou no Maracanã, uma vez mais, o maior espetáculo de uma torcida na Terra. A cada balão que a massa das arquibancadas iluminava e fazia subir, um gol era perdido pelo ataque. Os hinos de guerra, gritados por 150 mil gargantas aquecidas, intimidavam o acuado visitante e não foi por outra razão que Toninho Silva derrubou Adílio junto à linha de fundo, aos 39, lance do qual resultaria o segundo gol, numa cabeçada de Leandro.
O Santos retomou para a etapa final necessitando de um gol para obrigar a uma prorrogação. Mas faltou-lhe o que sobrou ao Flamengo: raça para vencer e preciosas atuações de jogadores decisivos, diante das circunstâncias. Caso, por exemplo, do zagueiro Figueiredo, substituto de Mozer, que anulou o centroavante Serginho e cobriu com eficiência o lateral Leandro; caso, também, de Adílio, premiado com o terceiro gol, a um minuto do fim.
O Santos sucumbiu na grandiosidade do Flamengo tricampeão brasileiro. Ou como sentenciava o eufórico Marinho: "Não tem coisa pior do que enfrentar o Flamengo em decisão, aqui no Maracanã."
29/5/83 Maracanã (Rio)
FLAMENGO 3 X 0 SANTOS
J: Arnaldo César Coelho (RJ); R: Cr$ 168 700 000; P: 155 523; G: Zico 40 segundos e Leandro 39 do 1°; Adílio 44 do 2º; CA: João Paulo, Joãozinho, Figueiredo, Pita, Toninho Carlos e Marinho.
FLAMENGO: Raul, Leandro, Marinho, Figueiredo e Júnior; Vítor, Adílio e Élder; Baltazar (Robertinho), Zico e Júlio César (Ademar). T: Carlos Alberto Torres.
SANTOS: Marolla, Toninho Oliveira, Joãozinho, Toninho Carlos e Gilberto; Toninho Silva (Serginho II), Paulo Isidoro e Pita; Camargo (Paulinho Batistote), Serginho e João Paulo. T: Formiga.
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Chico Sciense & Nação Zumbi - Quando A Maré Encher
Author: uira 2006-01-27 [ 204s ]
Intro: Riff[1] 4X
Fui na rua pra brigar procurar o que fazê |
Fui na rua cherá cola, arrumá o que cumê | Riff[1]
Fui na rua jogá bola vê us carro corrê |
Tomá banho de canal quando a maré enchê
4 |Quando a maré enchê, quando a maré enchê | Riff[2]
x |Tomá banho de canal quando a maré enchê |
Riff[1] 2X
É pedra que apóia tábua e madeira que apóia telha |
Saco plástico, prego, papelão |
Amarra saco, cava buraco | Riff[1] sem
a Parte A
Barraco |
Moradia popular em propagação |
Cahorro, gato, galinha, bicho-de-pé |
E a populaçào real convive em harmonia normal |
Faz parte do dia-a-dia |Riff[1] sem
a
parte A
Banheior, cama, cozinha no chão |
Esperança, fé em Deus, ilusão |
4 |Quando a maré enchê, quando a maré enchê | Riff[2]
x |Tomá banho de canal quando a maré enchê |
Riff[3] 2X
Fui na rua pra brigar procurar o que fazê |
Fui na rua cherá cola, arrumá o que cumê | Riff[1] sem a
parte
A
Fui na rua jogá bola vê us carro corrê |
Tomá banho de canal quando a maré enchê
4 |Quando a maré enchê, quando a maré enchê | Riff[2]
x |Tomá banho de canal quando a maré enchê |
Riff[3] 2X
Quando a maré enchê, quando a maré enchê |Riff[3] 4X
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